Desde que conheci os produtos do Paulo Ramos, pude perceber
o sentido de sua proposta. E sua proposta, é sem dúvida a busca
daquilo que realmente se escuta ao vivo. Convivo com canto,
instrumentos, etc, além de frequentar sempre que posso, a
orquestra sinfônica aqui em Brasíia. Na minha opinião, tal
convívio, é vital para qualquer audiófilo. Dá para perceber, que
os ouvidos do Paulo estão sintonizados para elaborar produtos
com som da forma mais natural possível. Por enquanto, possuo
toda a linha de cabos, e adquiri também, as AKRON 40 SE. Digo
por enquanto pois, a minha intenção, é comprar outros produtos
do Paulo, quando assim me for possível. Parabéns Xará.
Paulo Filgueira Jr.
Brasília - DF
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Em sã consciênncia eu jamais poderia deixar passar essa oportunidade de comentar sobre os produtos Akron, projetados e construídos pelo
Paulo Ramos, pois eles foram responsáveis por um incremento tão grande no prazer que tenho de ouvir música que tudo que eu disser aqui
vai ser pouco para expressar minha satisfação. A seriedade e o perfeccionismo do Paulo estão refletidos em seu produtos: os painéis Akron,
os amplificadoes valvulados Aetherius e os cabos Hyperflat são produtos simplesmente maravilhosos para quem gosta de ouvir boa música
reproduzida eletronicamente. Não existe nada igual em nosso país.
Eu sou uma pessoa extremamente exigente com áudio e deixei, há bastante tempo, de acreditar nas verdades absolutas do áudio Hi End, que
geralmente trazem consigo uma série de preconceitos, o maior deles é "que bons equipamentos são os importados". Não são não! E eu posso
afirmar isso com toda a convicção! Aos que não acreditam eu sempre recomendo que dêem uma chance aos seus ouvidos e conheçam a sala
do Paulo. O sistema mais equilibrado que já ouvi em minha vida, totalmente projetado e construído por ele em nosso país.
Não existe nada melhor. Os painéis Akron com tweeters e médios de ribbon são de uma precisão e delicadeza que fazem aflorar em nós o
prazer de ouvir música por horas e horas a fio. Os cabos Hyperflat são um produto à parte. Posso dizer isso porque os utilizo em meu sistema
e desde que os coloquei lá, aposentei todos os outros que tenho e nunca mais tive coragem de fazer qualquer alteração. São neutros, rápidos e
conseguem extrair o que há de melhor no sistema que possuo. Hoje, todos os meus cabos de interconexão e de força são Hyperflat e eu sou
testemunha que não é preciso gastar milhares de dólares para se obter cabos de altíssima qualidade.
Só tenho a agradecer ao Paulo Ramos pela sua competência e dedicação, pois graçaas a ele meu hobby tornou-se mais agradável que
nunca e meu orgulho por ser brasileiro também.
Raul Marcondes Furlan
São Paulo - SP
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Interconexão:
Em meu sistema, extremamente relaxado - o som parece "voar", traz uma grande suavidade em sua assinatura sônica, altamente transparente.
Uma "pechincha" quando comparados a outros cabos bem mais caros.
Caixa:
Com os novos conectores feitos com um recorte no próprio cabo, consegue tirar aquele algo mais em palco sonoro e transparência em meu
sistema, além de ser um dos imbatíveis em outros requisitos.
Força:
(O meu cabo de força tem aqueles conectores hubble)
Primeiro cabo de força que realmente fez diferença em meu sistema, ajustando imediatamente a rapidez dos graves e ganhando aquele algo
a mais que todos os audiófilos buscam em transparência sem perder musicalidade.
Mauro Campos Martins
Brasília - DF
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Pois bem, quinze minutos depois, quando o meu cérebro reconheceu a nova peça, passei a ouvir DVDs que pensava mal gravados. O Ivan Lins
com o Rubacalba que antes eu ouvia sofrivelmente, passei a fazê-lo, para a minha surpresa, maravilhosamente. O grave aquiteou-se, o piano
Rubacalba ficou lindo e os altos ficaram mais abertos e mais claros. Um cabo extremamente plano, super fiel e que vai mostrar tudo (de bom e
de ruim de seu sistema) que o próprio conjunto e a fonte apresentarem, sem nenhuma coloração, pelo contrário, achei tão real que refiz alguns
ajustes em minha sala... Excelente peça... É o meu depoimento, livre, independente e sem compromisso com ninguém!
Ricardo Pontes
Fortaleza - CE
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Os que me conhecem, e acompanham meus escritos sabem que, em matéria de áudio para a reprodução do som musical não sou de jogar
confetes; inda que raras vezes, pedras. Por isso que quando elogio uma dada marca de equipamento eletrônico, no mínimo terei gostado dela
ao ponto de adquirir uma unidade para o meu uso pessoal. Assim tem sido desde os velhos tempos do QUAD eletrostástico, de cujos falantes
possuí mais de meia dúzia de pares!
Nos recentes anos, encantei-me com os produtos tupiniquins fabricados pela AKRON AUDIOTEC, de Santo André. Adiquiri para meu uso pessoal
quatro pares de "ribbon" AKRON S40, e indiquei-o a amigos chegados desses com quem não se pode falhar. E, recentemente, experimentei e
comprei os valvulados AETHERIUS, pré e amplificadores. E, também, adiquiri seus soberbos cabos de interconexão e de força.
Resumo: meu atual sistema, composto de seis elos eletroeletrônicos, a metade é da marca AKRON, da AUDIOTEC. Assim, pois, "diga-me com
quem andas e eu te direi quem és". E eu tenho andado com os produtos AUDIOTEC. Nessa condição, julguem-me!
Holbein Menezes
Florianópolis - SC
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Para entender melhor um equipamento Akron Audiotec:
Paulo Ramos é antes de tudo uma pessoa apaixonada por construir equipamentos próximos da perfeição. Ele os importa e os testa na sua oficina
construindo protótipos, e jamais os mostra para alguém sem que antes tenha atingido seu rigoroso padrão de qualidade. São caixas híbridas,
painéis com falantes de fita (leaf e ribbons), amplificadores valvulados, pré-amplificadores e os meus favoritos: os cabos.
Uma visita à sala do Paulo permite entender o que articulistas tentam dizer com "estado de arte". Acredite: poucas configurações se igualam à
performance dos equipamentos em sua sala. E como ele consegue isto? Acredito que seja por ele construir equipamentos por amor, e não visando
lucro. Foi a única pessoa relacionada com comércio de áudio que conheci, que não se importa em vender ou não um equipamento. A satisfação
dele é saber que suas obras são adimiradas.
Durval R. Moruzzi
Santos - SP
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Lapso (feliz)
Fim de tarde: na poltrona, fecho os olhos.
Sem o vídeo, sem a paisagem... apenas ouço a minha obra predileta.
A sensação de realismo é tocante! A sibilação é perfeita, ligeira e aveludada...
Depois que instalei os ribbon tweeters do Paulo Ramos descubro detalhes, nuances nunca antes percebidos...
Obrigo-me a rever todo o meu acervo; uma experiência notável!
É uma sensação rara, ímpar, prazeirosa!
Valeu o pequeno investimento.
Parabéns Paulo Ramos pela peça que prefiro chamá-la de obra de arte!
Augusto José Hoffmann
Rio do Sul - SC
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Apesar de tratá-la como um hobby (com todo devido respeito que merece), a música e a alta fidelidade são uma grande paixão e fonte de bem
estar. De profissão sou administrador e trabalho no seguimento logístico. Pertenço a um grupo de melômanos e amantes da alta fidelidade que
se reúne a 40 anos para ouvir música e manter este fantástico círculo de amigos que se mantém vivo, tendo a música como fonte comum de
nosso elo de ligação e companheirismo.
Tive a felicidade de conhecer o Paulo Ramos da Akron neste espetacular grupo. Sou um fã incorrigível das válvulas, possuo um conjunto
artesanal (Ars Technica ATPA 05) construído sob encomenda, 45W por canal - híbrido triodo / pentodo; Pré Ars Technica Valvulado ATP02; CD
player Marantz MK63 SE; MD Deck Sony MDS-JE330; Toca discos MKII Technics. Analógicos... outra sensação!!! Apesar de relativamente
jovem - sou de 1966, estou no maravilhoso mundo sonoro do "old fashion", que quando reproduzido com a qualidade e fidelidade adequados,
nos encantam de forma indescritível.
Neste quesito tão particular, a contribuição da Akron nestes últimos anos para o mercado de áudio brasileiro tem sido muito importante.
Casamento perfeito das válvulas com aquele médio-baixo envolvente, as "caixas acústicas" SW8 de meu conjunto, são um sistema híbrido
desenvolvido pela Akron ainda na época da antiga razão social- Audiotec. Trata-se de duas réguas - tweeter ribbon 8 ohms e subwoofer passivo
14'' 88DB sensibilidade, que casam de maneira magnífica com a doçuura das válvulas. Possuo estes falantes há quase 3 anos; que já foram
sensação no Hi-Fi Show de SP; e a cada audição ainda me surpreendo com os detalhes, a ambiência e a excelente reprodução. Considerendo o
design inovador mas ao mesmo tempo discreto, evitam crises conjugais e debates acalorados sobre a decoração da sala.
Atualmente estou testando os cabos de interconexão Hyperflat. O resultado tem sido muito bom, em termos de apresentação de texturas,
velocidade de respostas e transientes, sobretudo nas reproduções de percussão e piano. Acabamento impecável, e importante (principalmente nos
valvulados), aquele pano de fundo silencioso sem interferências e pequenas captações externas. Neste sentido segue meus parabéns a Akron e
ao Paulo pela iniciativa, pesquisa e pelos excelentes produtos. Nós, melômanos e audiófilos brasileiros, seguimos bem assistidos por produtos de
qualidade excelente com um custo / benefício atrativo.
São Paulo, 11 de Janeiro de 2004
Mauris Illia Gabriel
SãoPaulo - SP
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Somente quem ouviu as Akron entende o que estou falando. Os transitórios e a ambiência na região dos médios são coisas que nenhuma caixa
que ouvi consegue chegar perto. Os médios tem que ser bons para que a caixa seja boa, pois grande parte da informação da música está nessa
região.
João Yazbek
São Paulo - SP
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Sou o feliz proprietário de um par de sonofletores Akron Classic e, com absoluta certeza, meus sonofletores serão o último ítem de meu sistema
a ser "up-gradeado". Quando imagino um futuro up-grade das minhas Akron, prontamente penso em um outro projeto AKRON.
André Maltese
São Paulo - SP
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Trabalhei muitos anos na indústria naval militar e, atualmente, estou no ramo de telecomunicações. Em ambos me especializei também na área
de desenvolvimento de cabos junto a grandes fabricantes, para uso em condições elétricas de muito maior exigência e muito mais adversas que
as do áudio residencial. Por isso não tenho o menor escrúpulo em afirmar que os cabos de interconexão Hyperflat são tudo o que um cabo
deveria ser: TRANSPARENTES.
Não há assinatura sônica perceptível, logo não espere tentar remediar problemas em sistemas desequilibrados ou incompatíveis com tais cabos.
Os Hyperflat fazem o que todo cabo de interconexão deveria fazer: transformam os equipamentos interconectados em um só, como se fosse
uma trilha de um circuito impresso !!! Logo, equipamentos compatíveis continuarão assim e vice-versa, sejam eles módulos baratos ou os
dispendiosos high-ends top de linha.
Há muito tempo que eu esperava conhecer um fabricante que tivesse a coragem de desafiar o "status quo" do atual "paradigma" da fabricação
de cabos high-end, que é a busca desenfreada por novos materiais para condutores e dielétricos, bem como novos processos complicadíssimos
de manufatura, como a extrusão, cozimento em altas correntes, condutores multifiliares com centenas de metros de tranças, cabos com
dielétrico a ar (ou seja, verdadeiras mangueiras-de- incêndio) e outras coisas mirabolantes. Isso os leva a custos elevados de desenvolvimento
e fabricação, e na maioria das vezes não dispõem de maquinário adequado para tal empreitada, logo o resultado fica aquém do que eles dizem
em suas teorias, muitas vezes sem base eletromagnética alguma. Mas o preço estará na estratosfera. Isso sem contar os diversos problemas
para instalá-los no equipamento...
O mais absurdo é que chega a ser gritante o fato de que a maioria esmagadora dos fabricantes de cabos high-end não parece entender quase
nada de eletromagnetismo básico, ignorando as mais simples regras, como a blindagem !!! Ficam orbitando em torno do desenvolvimento de
processos físico-químicos, ao invés de apenas aplicar a teoria eletromagnética !!! Inventaram até cabos que, para mim, se comportam como
diodos (pois diz-se que conduzem melhor para um lado que para o outro, só que esqueceram que eles transportam sinais AC, que vão e vêm !!!).
Paulo Ramos fez o certo, ou seja, o cabo certo. Usou uma topologia mais do que aprovada pela indústria de telecomunicações, a qual trabalha
em MHz e não nos parcos KHz da "alta-fidelidade" do áudio, usou condutores, dielétricos e conectores de primeiríssima qualidade,mas sem
exagerar. O que ele conseguiu ? O óbvio: um excelente cabo,de ótimo preço, razoável maleabilidade e sonoridade praticamente insuperável,
até por aqueles "famosos" cabos de US$ 5.000,00 ou mais.
É aquele caso de "se melhorar estraga". Além disso, seu acabamento é excelente, e são muito bonitos e discretos. Você nota o extremo cuidado
construtivo nos pequenos detalhes, como o uso de conectores tão bem torneados que parecem estar sendo "sugados" ao serem conectados,
também há sinais para indicar qual lado do cabo deve ser conectado à fonte de sinal (player, transporte, etc.) e qual lado ao destino (pré, DAC,
amplificador, receiver, etc.). Não que ele tenha um "sentido" melhor para a corrente elétrica, mas sim porque é um cabo de dupla blindagem,
cuja blindagem externa só deve ser conectada à fonte, para evitar loops de terra. Em quantos cabos high-end se vê essa preocupação ??? Estou
trocando todos os cabos de meu sistema pelos Hyperflat. Parabéns, Paulo Ramos! Tinha que ser um brasileiro e artesão pra mostrar como é que
se faz !!!
Carlos Alberto S. Camardella
Rio de Janeiro - RJ
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Como você sabe além de minha formação em engenharia, tenho uma boa formação musical, pois frequento desde os 6 anos de idade
apresentações de música erudita, o que continuo fazendo sistematicamente até hoje. Faço isto sobretudo pelo prazer que tenho pela
arte da música e seu som dentro da sala de concerto, pois este ainda é o melhor meio de calibrarmos nossos ouvidos para avaliarmos
o produto de nosso trabalho, em meu caso amplificadores de áudio.
Quando substituí os meus cabos convencionais pelos seus novos Speakerflat de baixa capacitância, devo admitir que estava temeroso
do que poderia acontecer, sobretudo por estar interconectando suas caixas com um aplificador estado sólido, que sempre desperta
desconfiança nos " tubófilos " inveterados (e nos técnicos também ). Liguei o amplificador, pronto para rapidamente desligá-lo em caso
de acidente... Silêncio total, bom começo. Deixei o cojunto ligado por uns bons 30 minutos, e tomei coragem para o primeiro CD de
referência, uma gravação de um Stenway solo. Quase caí da cadeira com o que ouvi, simplesmente não acreditava, aquele piano gran
concerto tocava em minha sala com uma presença, uma doçura, detalhes timbre, tudo perfeito. De olhos fechados eu pude absorver
aquela música como nunca tiha feito antes, dava para sentir o pianista como se pudessemos tocar nele... Daí fui para uma peça
orquestral a Petruska de Stravinsky, pois tinha acabado de ouví-la na Sala São Paulo. Maravilha, maravilha. De novo descobri detalhes,
filigranas musicais que tinham me passado desapercebidas em outras oportunidades, surgiram claras, limpas, gostosas de se ouvir.
Parabéns Paulo, estes cabos estão espetaculares, o casamento com o estado sólido está perfeito, oferecendo uma musicalidade no
conjunto que poucas vezes tive a oportunidade de ouvir mesmo com equipamentos de muito alto valor.
Devo dizer ainda, que antes de trocar os cabos dos falantes eu já havia feito a troca dos interconect pelos seus cabos Hyperflat.
O impacto já havia sido positivo: o som ganhou corpo, dinâmica, balanceamento, isto tudo percebido em uma rápida audição, com
gravações comuns, sem portanto chegarmos a fazer uma audição de avaliação como a que foi feita logo após, com todos os cabos
instalados e discos de referência.
Neste momento tenho meu som configurado com meus valvulados 572 SE, caixas Jamo D870 e seus cabos. Tudo que comentei acima
se repete e veja que troquei 200W / canal por 18W / canal.Termino meu dia de trabalho ouvindo música com um prazer enorme, sendo
difícil parar, algo que devo ao alto nível de qualidade obtida com a utilização de seus cabos, seja com valvulados seja com estado sólido.
Parabéns mais uma vez Paulo, receba do amigo um grande e merecido abraço por suas realizações.
Luis Salvatore
São Paulo - SP